Novos modelos de economia para a era pós-crescimento

Vivemos uma abundância de crescimento desde o fim da 2ª guerra mundial, onde com a implantação na nova ordem econômica, foi possível ver o crescimento contínuo das empresas, de forma até então inédita. Porém essa ordem econômica vem mudando nos últimos anos, principalmente por conta do início da era pós-crescimento.

 

Essa nova era é representada pela falta de insumos, escassez de matéria prima e de recursos naturais. Nesse novo cenário de economia é essencial diferenciar as escalas micro (a pequenas empresas e instituições) e macro (companhias poderosas e gigantes do mercado), pois ambas irão atuar de forma diferenciada no modelo de economia pós-crescimento.

Enquanto a primeira deverá focar seus esforços no local, atuando apenas localmente em forma de pequenos “grids” de distribuição, o segundo terá que lidar com os desafios da escassez dos recursos naturais, o que muda completamente o jogo econômico que está estabelecido desde os anos 1950.

Até então o crescimento contínuo das empresas era visto como benéfico para a sociedade, algo que está sendo questionado nos dias de hoje. As métricas usadas na era do crescimento não são mais validas para os dias atuais, principalmente porque elas são baseadas no crescimento infinito, algo que sabemos que não é viável hoje, a não ser que seja possível ter mais de um planeta Terra para suprir esses recursos.

Por isso precisamos questionar se o crescimento e o desenvolvimento são a mesma coisa, pois isso abre caminhos enormes para garantir o desenvolvimento da sociedade, sem extinguir os recursos naturais da Terra.

Portanto, para garantir o desenvolvimento dos seus negócios, e sobreviver ao mundo atual e futuro, as empresas precisam entender o contexto do pós-crescimento, rompendo com modelos padrões de crescimento que ditam a necessidade de crescermos continuamente, sem focar no desenvolvimento geral da nossa sociedade.

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