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Design Thinking: o que é e como aplicar esta metodologia?

imagem de um homem na frente de uma parede com uma planta de um edifício

O Design Thinking é uma metodologia extremamente importante para o processo de inovação. Se sua empresa ainda não conhece essa prática, está mais do que na hora de descobrir seus benefícios para o crescimento do negócio.

 

Considerada como uma ferramenta imprescindível para empreendedores e gestores, é fortemente baseada no estímulo à criatividade. Característica que, no mundo corporativo, se torna fundamental para o aperfeiçoamento do negócio e dos produtos oferecidos.

 

Afinal, mesmo grandes líderes com vasta experiência no mercado, podem enfrentar dificuldades e empecilhos em encontrar soluções criativas para alavancar seu negócio.

 

Toda empresa deve proporcionar condições favoráveis e estimular um ambiente propício para a criação destas soluções. Para isso, o Design Thinking surge como uma eficaz alternativa ao unir uma abordagem de pensamento crítico aliada à criatividade.

 

Suas vantagens, quando aplicada corretamente nas companhias, são enormes. Contribuindo, por exemplo, para um forte destaque da organização no mercado, para a produtividade interna, e muito mais.

 

Venha conhecer mais sobre esta metodologia com a gente. Antes, confira os tópicos que serão abordados nesse texto:

 

  • O que é Design Thinking?
  • Quais as etapas do Design Thinking?
  • Quais os benefícios do Design Thinking?
  • Como aplicar o Design Thinking na sua empresa?

 

Boa leitura.

 

O que é Design Thinking?

O Design Thinking é uma abordagem criativa, utilizada na busca de solucionar os problemas internos de uma empresa de forma colaborativa.

 

Na prática, esta metodologia utiliza o modo de pensar do design para encontrar soluções possíveis e inovadoras. Para isso, é focada na união dos pensamentos crítico e criativo, estimulando que todos trabalhem de forma colaborativa em prol da resolução desejada.

 

Ao contrário do que muitos pensam, ele não se trata de um método específico, mas sim de uma abordagem criativa. Ou seja, ao invés de trazer uma fórmula pronta a ser aplicada, cria as condições necessárias para maximizar a geração de insights e a aplicação prática deles.

 

Como resultado, o Design Thinking estimula o desenvolvimento de produtos e serviços focados nas necessidades, desejos e limitações dos usuários. Convertendo, assim, as dificuldades e limitações em benefícios para o cliente, além de um maior valor de negócio para a empresa.

 

Os resultados conquistados são enormes, graças à sua proposta de reunir o máximo de perspectivas diferentes. Quanto mais colaboradores trabalharem coletiva e colaborativamente, melhor.

 

Como surgiu este conceito?

O Design Thinking surgiu na década de 1970, pelo professor Robert H. McKim.

 

Em seu livro “Experiences in Visual Thinking”, o especialista propôs que o raciocínio humano pudesse ser impulsionado se baseando em um modo visual do pensamento, fundamentado em três elementos: ver, imaginar e desenhar.

 

Anos mais tarde, esta teoria foi colocada em prática e fortalecida pelo professor Rofl Faste. Ele promoveu esta abordagem em estudantes da época, por meio do mapeamento das necessidades humanas e do entendimento de que o corpo e a mente influenciavam a criatividade.

 

Mesmo com inúmeros testes sendo feitos, o Design Thinking apenas se fortaleceu como uma metodologia em 1991. Neste ano, os professores da Universidade de Stanford, David Kelley e Tim Brown, se uniram e fundaram a consultoria IDEO, uma das maiores consultorias de design do mundo.

 

Quais as etapas do Design Thinking?

O Design Thinking, para que alcance as metas desejadas, envolve quatro etapas em seu processo. São elas: imersão, ideação, prototipação e desenvolvimento.

 

Como justificativa, a metodologia defende que o total e completo entendimento do obstáculo a ser superado, deve ser o ponto de partida para a eficácia desta abordagem.

 

Somente assim, será possível ter uma visão clara do problema ocorrido para, a partir disso, saber como resolvê-lo. Analisando, dessa forma, as melhores soluções e como aplicá-las.

 

Veja o que caracteriza cada uma dessas etapas:

 

Imersão

A primeira etapa do processo do Design Thinking exige uma imersão completa em tudo que envolve e afeta a empresa. Ou seja, as ameaças, oportunidades, fraquezas e pontos fracos da companhia.

 

Todos esses pontos devem abranger as questões internas e externas da empresa. Para isso, é recomendável a realização da análise SWOT nesta tarefa, método que irá ajudar a separar cada um desses itens, tendo uma visão mais clara sobre cada um deles.

 

Além dele, os feedbacks dos clientes e dos colaboradores também são extremamente úteis para esta imersão. Assim, conseguirá entender melhor sobre como o negócio está operando e o que deve ser aperfeiçoado.

 

Ideação

Com todos os pontos de melhorias identificados, chega a hora de começar a segunda etapa do Design Thinking.

 

A fase de ideação consiste, justamente, em propor soluções para os problemas notados. Aqui, o compartilhamento de ideias é altamente valorizado, como forma de contribuir para a vinda de diferentes visões sobre o que pode ser feito.

 

O brainstorm é uma prática que não deve ficar de fora desta etapa. E, principalmente, do uso de ferramentas que contribuam para trazer esses insights. Muitas técnicas de Big Data já se mostraram altamente eficazes, aumentando a eficiência do processo.

 

Prototipação

Por mais que as múltiplas ideias de soluções sejam valorizadas no Design Thinking, nem todas serão eficientes na resolução dessas situações.

 

Ao reunir essas diferentes ideias, a terceira etapa desta abordagem é o momento de realizar um filtro sobre tudo o que foi sugerido. Na fase de prototipação, é importante escolher as soluções mais promissoras e com mais chances de sucesso.

 

Para aumentar essa probabilidade, é recomendável que as empresas realizem testes e protótipos do que for selecionado. Como exemplo, em companhias que estão desenvolvendo novos produtos, é possível investir em uma versão beta, como forma de ter noção de como será sua versão final.

 

A partir deles, você conseguirá identificar se a ideia está pronta para ser finalizada. Ou, se novos ajustes devem ser feitos a fim de atingir a meta estipulada.

 

Desenvolvimento

Por fim, na última etapa do Design Thinking, chega a hora de colocar em prática tudo o que foi definido. É preciso tirar as ideias do papel e fazê-las funcionar.

 

Neste momento, as ações estratégicas dos departamentos de comunicação e marketing são fundamentais para um maior alcance dos resultados. Afinal, a meta é que o produto ou serviço desenvolvido seja altamente vendável, fazendo com que a empresa cresça e se destaque no mercado.

 

Mas lembre-se: o trabalho não deve parar por aqui. O monitoramento constante do andamento do processo não deve ser deixado de lado. Apenas com ele, será possível analisar o sucesso da operação e o que não deu certo, para ser aperfeiçoado posteriormente.

 

Quais os benefícios do Design Thinking?

O Design Thinking vem sendo cada vez mais aplicado no mundo corporativo por seu enorme benefício de impulsionar a empresa frente aos concorrentes no mercado.

 

Mas, além desta importante vantagem competitiva, outras vantagens desta metodologia são:

 

  • Maior agilidade no processo;
  • Eficácia nas ações, uma vez que as etapas buscam a melhoria contínua;
  • Interação efetiva entre a empresa e cliente final;
  • Criatividade nos métodos aplicados.

 

Com esta abordagem, as companhias conseguem desenvolver e aprimorar ideias inovadoras que contribuam para o crescimento do negócio. É o diferencial necessário para se destacar em relação a seus concorrentes, de forma que aumentem suas vendas e conquistem uma maior fatia do mercado.

 

O aumento do lucro é uma consequência direta deste investimento. Afinal, a metodologia focará na criação de produtos inovadores e criativos, assim como o acompanhamento do andamento do processo e dos resultados obtidos.

 

Tudo isso, a um preço extremamente reduzido. Seu custo de investimento é consideravelmente pequeno, se usarmos como referência o diferencial competitivo que trará para o negócio.

 

Ainda, por estimular a colaboração de todos da empresa, o Design Thinking contribui significativamente para um maior sentimento de valorização interna.

 

Quando se sentem importantes para o crescimento da companhia, a produtividade dos colaboradores também cresce, fato que favorece a conquista dos resultados desejados.

 

Como aplicar o Design Thinking na sua empresa?

Para que o Design Thinking seja aplicado na sua empresa com sucesso, é imprescindível que a cultura de inovação, colaboração e criatividade estejam permeadas na cultura interna da companhia.

 

Em outras palavras, é preciso que todos os membros da empresa trabalhem em conjunto, em prol dos ideais desta metodologia. Mas, acima de tudo, que tenham um ambiente confortável e unido para o desenvolvimento desta abordagem.

 

Afinal, um lugar desconfortável e desmotivador, apenas trará insatisfação e baixa produtividade em todos – o que, consequentemente, impedirá a apresentação de ideias criativas que possam beneficiar a organização.

 

O estímulo diário à criatividade e colaboração deve ser o combustível interno da empresa em sua rotina para que o Design Thinking consiga ser aplicado para alavancar a companhia no mercado.

 

Quais ferramentas podem ser utilizadas?

Vivemos em um mercado fortemente influenciado pelos avanços tecnológicos. Então, é mais do que necessário utilizá-los a favor da companhia durante o processo de implementação do Design Thinking.

 

O que não faltam são ferramentas e recursos que contribuem para uma maior eficiência do processo. Dentre elas, o brainstorm e os mapas mentais são alguns dos mais importantes.

 

O primeiro, como mencionamos acima, representa a união de diferentes ideias dos membros da empresa. A pluralidade de opiniões é altamente benéfica para a busca das melhores soluções para os problemas a serem resolvidos.

 

Para isso, as dinâmicas em grupo são atividades que ajudam a incentivar tal compartilhamento. Com o problema em mente, todos se ajudarão coletivamente a encontrarem a melhor resolução.

 

Os mapas mentais, por sua vez, são muito eficientes em organizar e desenvolver ideias e pensamentos. Seu foco é proporcionar uma visão mais clara e completa do processo criativo, o que é fundamental para o surgimento de outros insights.

 

Sua prática se inicia com uma ideia central colocada como ponto de partida. A partir disso, é criado um fluxograma decorrente, do qual novas sugestões são ramificadas desta ideia principal.

 

A utilização de recursos gráficos e visuais como imagens, quadros e desenhos, auxilia ainda mais a ter uma melhor visão sobre o processo e seu desenvolvimento.

 

Conclusão

Todos que iniciam a jornada de inovação nas empresas, devem contar com estratégias e ferramentas que auxiliem o processo e a conquista das metas estipuladas.

 

Dentre as ações que vêm ganhando crescente popularidade, o Design Thinking é uma excelente opção. Principalmente, por trazer como foco a criatividade aliada à colaboração entre todos.

 

Com esta prática, as chances de a companhia criar ideias inovadoras que alavanquem o negócio frente aos concorrentes, são potencializadas. Contribuindo, ainda, para uma maior produtividade e, até mesmo, imagem da empresa no mercado.

 

Em nosso blog, temos outros artigos sobre o mundo da inovação para o seu negócio. Dê uma olhada e não deixe de compartilhar este texto nas redes sociais.

 

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